Description
O Moedeiro da Serra
Uma memória antiga, vestida de burel.
Houve um tempo em que os pequenos objetos do quotidiano eram feitos para durar. Nos bolsos dos homens da serra, os antigos porta-moedas guardavam as moedas do dia, acompanhavam as jornadas de trabalho e faziam parte da vida simples de todos os dias.
Na Serra da Estrela, a lã sempre contou uma história de proximidade com a terra, os rebanhos e as mãos que a transformam. O burel, tecido de lã de forte identidade serrana, é testemunho dessa herança e de um saber-fazer que atravessa gerações.
É dessa memória que nasce O Moedeiro da Serra: uma interpretação contemporânea de um objeto de outros tempos, reinventado em burel.
Conserva-se o gesto familiar de apertar as laterais para abrir, a simplicidade da forma e a funcionalidade de sempre. Renova-se o material, conferindo-lhe textura, carácter e uma identidade profundamente portuguesa.
Mais do que um porta-moedas, é uma pequena homenagem à Serra da Estrela, aos materiais da nossa terra e à beleza das coisas feitas com tempo, intenção e respeito pela tradição.
Uma peça de ontem, feita para acompanhar os dias de hoje.
O Moedeiro da Serra
Porta-moedas artesanal em burel
Inspirado nos tradicionais porta-moedas de mola, o Moedeiro da Serra recupera uma forma clássica e dá-lhe uma nova expressão através do burel, um tecido de lã associado à tradição artesanal da Serra da Estrela.
A abertura por pressão lateral mantém o gesto simples e familiar dos modelos antigos, enquanto o burel acrescenta textura, autenticidade e carácter à peça.
Prático, compacto e intemporal, foi pensado para guardar moedas e pequenos objetos essenciais, acompanhando o quotidiano com discrição e personalidade.
Cada peça celebra a ligação entre tradição e contemporaneidade, valorizando a identidade dos materiais portugueses e a beleza de um objeto que dispensa excessos.
Material: Burel de lã
Inspiração: Antigos porta-moedas de mola
Identidade: Artesanato, tradição e cultura serrana
Utilização: Porta-moedas de bolso
Uma peça de inspiração serrana, onde a memória ganha forma e a tradição encontra um novo lugar no presente.